terça-feira, 18 de setembro de 2012

21/09 DIA DA ÁRVORE

Abram os olhos brasileiros

Políticos presos pela Polícia Federal agora estão em campanha

FELIPE BÄCHTOLD
DE PORTO ALEGRE
NELSON BARROS NETO
ENVIADO ESPECIAL AO INTERIOR DA BAHIA

Ao menos 12 prefeitos detidos pela Polícia Federal pelo país desde 2009 são candidatos neste ano. Outro que passou meses foragido também concorre em outubro.
Como ainda são investigados ou só respondem a processo, estão imunes à Lei da Ficha Limpa, que exige condenação colegiada (mais de um juiz) para barrá-los.
Prefeito inaugurou lombada com champanhe na BA
Um desses 13 políticos comanda uma capital: Roberto Góes (PDT) lidera pesquisa Ibope em Macapá (AP).
O escândalo envolvendo Góes é citado na campanha. Ele passou dois meses no presídio da Papuda (DF), entre 2010 e 2011, por suspeita de desvios de verbas federais.
"Em questão judicial, só quando se é julgado se pode apontar o dedo a quem quer que seleia maisja", afirma Góes.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1155098-politicos-presos-pela-policia-federal-agora-estao-em-campanha.shtml

Faça a sua parte na sua cidade.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Ano de eleição - Fiquem atentos as notícias.


Marcos Valério envolve Lula no mensalão

Diante da perspectiva de terminar seus dias na cadeia, o publicitário começa a revelar os segredos que guardava - entre eles, o fato de que o ex-presidente sabia do esquema de corrupção armado no coração do seu governo

Rodrigo Rangel

NO INFERNO - O empresário Marcos Valério, na porta da escola do filho, em Belo Horizonte, na última quarta-feira: revelações sobre o escândalo
Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.
Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o "predileto" do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si - mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.
Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. "Lula era o chefe", vem repetindo Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF. A reportagem tem cinco capítulos - e o primeiro deles pode ser lido abaixo:


"O caixa do PT foi de 350 milhões de reais"


A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. "Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA", afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. "Muitas empresas davam via empréstimos, outras não." O fiador dessas operações, garante Valério, era o próprio presidente da República.
Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: "Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava". Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Melhore o foco.

"A sua visão só vai ficar nítida quando você olhar com o coração. Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta."

- Carl Jung

Vida

Eu sou um artista em realção a viver - a minha obra de arte é a minha vida.

- Suzuki

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Quando ajudar...

QUANDO der uma esmola, não anuncie a todos.
"Não saiba a mão direita o que faz a esquerda".
Ajude sem alarda, para não humilhar aquele a quem a sua generosidade ajudou.
Respeite o próximo e ajude sempre o próximo, mas em silêncio, porque o Pai que vê em segredo, o recompensará muito mais do que o reconhecimento público que tiverem seus atos.

- Minutos de Sabedoria

Você escolhe.


VOCÊ ESCOLHE.
 
O QUE VOCÊ PREFERE SER: POSITIVO OU NEGATIVO?

Engraçado, não?

Feliz Natal (MT)

Candidatos ignoram índios eleitores em cidade que figura na lista das que mais desmatam

Emancipado como município há apenas 16 anos, Feliz Natal (a 511 km de Cuiabá) tem quase metade de sua área dentro do Parque Indígena do Xingu. Dos 10.933 moradores da cidade, 955 são índios que moram nas cinco aldeias localizadas em seu território. Destes índios, cerca de 200 têm título de eleitor - o que não parece ter motivado os políticos locais, uma vez que nenhum dos principais candidatos a prefeito visitou as aldeias nesta campanha.
A viagem de barco da aldeia até o centro do município pode demorar até oito horas, ao custo de 120 litros de gasolina (cerca de R$ 390) --que os índios eleitores precisam pagar do próprio bolso caso queiram exercer seu direito ao voto.
Para as eleições deste ano, o TRE-MT (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso) se comprometeu a levar uma urna até a aldeia Pavuru (também na porção feliz-natalense do parque). A distância física não é o único obstáculo à participação política dos índios: Sula Akuku Kamaiurá, uma das representantes da aldeia Morená, diz que raramente sua comunidade é visitada pelo prefeito, vereadores ou candidatos da cidade. O UOL visitou a cidade dentro do projeto UOL Pelo Brasil --que percorrerá municípios em todos os Estados do Brasil durante a campanha eleitoral deste ano.

“É muito difícil decidir na hora de votar porque a gente não sabe qual é o plano deles [os candidatos], a proposta. É muito arriscado mesmo.”
O voto não é obrigatório para os índios, mas é visto por eles como uma maneira de conseguir melhorias no atendimento de saúde, por exemplo. “Se as pessoas votarem em alguém com olhar amplo e geral, para os brancos e indígenas, mudaria bastante. Muitas coisas iam avançar”, diz Akuku.

“Não é fácil. Para começar, eu não sei nadar, tenho medo de água. Sou que nem uma pedra: caiu na água afunda. Mas vou lá agora, nesse mês nós vamos lá fazer uma visita pra eles”, afirma o prefeito Domingos Debastiani (PSDB), candidato à reeleição.

Já rival de Debastiani na corrida eleitoral, Toni Dubiella (PSD), diz que "já está na agenda a ida à aldeia Pavuru, onde é a maior concentração [de índios], e temos um candidato da nossa coligação que é indígena".

leia mais
http://eleicoes.uol.com.br/2012/uol-pelo-brasil/2012/09/03/candidatos-ignoram-indios-eleitores-em-cidade-que-figura-na-lista-das-que-mais-desmatam.htm

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

com Ordem se tem Progresso

Eu acredito que valorizar nossas próprias qualidades não está relacionada com o Ego, quando se fala em super ego, ego exagerado, mas uma forma de apenas reconhecer seus próprios valores.

Tem uma frase que carrego comigo que diz assim:
"Não me importa se você é bom, eu sou melhor."

Quero dizer que se você se esforçar para, e acreditar que pode, tudo pode se tornar realidade. Em nenhum momento esta frase é prejorativa, percebem?
Quando você afirma para você mesmo que é melhor que o próximo, você não está criando uma corrida, uma competividade, apenas afirmando para o seu Eu interior que é capaz, que vai lutar, vai correr atrás de metas, objetivos, sonhos, desejos.

Há uma grande diferença entre as pessoas que lutam para serem melhores, pois querem evoluir, e aquelas que querem ser melhores para se gabar.

Quando Nós evoluimos, ajudamos o mundo a evoluir também.