terça-feira, 10 de abril de 2012

ONG‘s questionam gastos de R$ 143 mi com o ‘Ronda no Bairro’ | Manaus | Acritica.com - Manaus - Amazonas

ONG‘s questionam gastos de R$ 143 mi com o ‘Ronda no Bairro’ | Manaus | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Serviço precário de fornecimento de água em Manaus incentiva escavação de poços artesianos clandestinos | Manaus | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Serviço precário de fornecimento de água em Manaus incentiva escavação de poços artesianos clandestinos | Manaus | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Este tipo de protesto é coisa de criança mimada!


Paralisação dos rodoviários, em Manaus, gera prejuízo de R$ 1 milhão às empresas de transporte coletivo

* mais uma vez os Sindicatos demonstrando total falta de respeito e amadurecimento. É muita falta de EDUCAÇÃO*

A estimativa é de um dos dirigentes do Sinetram, César Tadeu, que também rebateu as declarações do prefeito em exercício, de que a entidade teria um "plano B", para garantir ônibus à população 


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http://acritica.uol.com.br/manaus/Amazonas-Amazonia-Paralisacao-rodoviarios-Manaus-transporte-coletivo_0_679732068.html

Justiça feita de forma duvidosa


McDonald's paga R$ 70 mil a funcionário que engordou

MARCOS DE VASCONCELLOS
DE SÃO PAULO

No Rio Grande do Sul, o McDonald´s pagou R$ 70,5 mil a um ex-funcionário que entrou na Justiça por ter engordado cerca de 30 kg nos 12 anos em que trabalhou na companhia.
No processo, que teve início em 2008, Edson Zwierzinsky alega que, como gerente, era obrigado a provar os alimentos da franquia.
"[Ele] tinha de experimentar, diariamente, quantidades variáveis de refrigerante, hambúrguer e batata frita", afirma o advogado de Zwierzinsky, Vilson Martins.
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul) decidiu que há relação direta entre os quilos que o ex-gerente engordou e o trabalho que ele teve que desenvolver.
Os R$ 70,5 mil que deverão ser pagos ao trabalhador devem-se a danos morais, danos materiais --custos do tratamento de obesidade--, danos estéticos e outros direitos trabalhistas.
Ainda era possível entrar com um recurso, contestando a decisão, mas a franqueada do McDonald´s na região, Kallopolli Comércio de Alimentos, firmou acordo em março deste ano para pagar a quantia.
Em nota enviada à Folha, a franquia afirma que "oferece a seus funcionários um cardápio variado que atende à legislação brasileira" e que "incentiva seus funcionários à adoção de hábitos saudáveis".
Segundo familiares de Zwierzinsky, ele está fazendo tratamento para emagrecer.

http://classificados.folha.com.br/empregos/962262-mcdonalds-paga-r-70-mil-a-funcionario-que-engordou.shtml

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Inventor faz resina antiferrugem com óleo de cozinha e lucra em PE


O empresário pernambucano Luiz Cláudio Lima, 51, desenvolveu uma resina antiferrugem para automóveis a base de óleo vegetal usado, coletado em restaurantes, hospitais e hotéisA ideia fixa de criar um produto sustentável e ao mesmo tempo lucrativo motivou o empreendedor pernambucano Luiz Cláudio Lima, 51, a pesquisar e testar o óleo de cozinha usado durante dez anos. A experiência resultou na invenção de uma resina antiferrugem para carros e na abertura da empresa Redlub, que fabrica e vende o produto.

O negócio que começou rendendo cerca de um salário mínimo hoje emprega quatro funcionários e fatura R$ 18 mil por mês. Mesmo assim, Lima ainda precisa dividir seu tempo entre a produção e a administração do negócio. Por dia, a Redlub produz cem litros da resina antiferrugem.

O produto desenvolvido pelo empresário é específico para o uso em automóveis. O antiferrugem é uma espécie de resina que atua contra a corrosão das partes de ferro. Ela é aplicada por meio de uma pistola de ar comprimido ou pincel diretamente nos chassis ou em outras peças do carro para evitar o desgaste e a oxidação.

O custo de produção da microempresa é reduzido. A principal matéria-prima, o óleo de cozinha usado, vem de coletas em restaurantes, hospitais, hotéis e outros estabelecimentos. Ao todo, são recolhidas cerca de 18 toneladas por mês do material, em aproximadamente 600 fornecedores nos Estados de Pernambuco e Alagoas.

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http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/04/09/inventor-faz-resina-antiferrugem-com-oleo-de-cozinha-e-lucra-no-pe.jhtm

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ordem e Progresso: Absurdo

Ordem e Progresso: Absurdo: Madeireira atua ilegalmente dentro de assentamento do Incra, no Pará Greenpeace denuncia o corte não-autorizado na Amazônia de...

Absurdo


Madeireira atua ilegalmente dentro de assentamento do Incra, no Pará

Greenpeace denuncia o corte não-autorizado na Amazônia dentro de assentamento do Incra, mesmo depois de  problema ter sido exposto cinco anos


Greenpeace tira foto de madeiras ilegalmente cortadas de assentamento do Incra/PA
Apesar da notícia ter sido gerada neste 1º de Abril, e por ser mundialmente dado como o “Dia da Mentira”, a denúncia que o Greenpeace faz demonstra no fundo o que deveria ser uma “pegadinha”, mas não é. Trata-se de uma madeireira operando a todo vapor dentro de um assentamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), no município de Santarém (PA), sem autorização do governo, nem consentimento dos assentados. Foram fotografados pátios de madeira, toras cortadas, desmatamento recente e uma serraria.
Viajando por estradas enlameadas, ativistas foram nesse sábado (31) até o local, a cerca de 140 quilômetros da cidade de Santarém (PA), no meio da floresta, para documentar o corte das árvores e fotografar as toras. Aproveitaram para deixar uma faixa com a palavra “crime” como recado para os madeireiros. Foi uma operação arriscada: a região está sob tensão desde que carros do Ibama e o ICMbio foram emboscados por madeireiros na rodovia Cuiabá-Santarém, na quarta-feira (28).
Para esta segunda-feira (2), o Greenpeace encaminha ao governo um relatório com fotos e mapas da área documentada, pedindo a investigação do caso. A extração predatória e, segundo assentados, ilegal, acontece dentro do projeto de Assentamento Corta Corda, na região do Rio Curuá-Una. Em quatro dias de investigação noturna na região, o Greenpeace também identificou um tráfego intenso de caminhões carregados de toras.
Os assentados já denunciaram diversas vezes ao Incra a ação ilegal de madeireiros no Corta-Corta. Mas, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, a solução proposta pelo Incra, em vez de fiscalização, foi tentar destinar quase toda a área coberta com florestas do assentamento – rica de madeiras de lei – para grileiros que exploram madeira na região. Pelo projeto, o Corta Corda seria reduzido de 52 mil para 11 mil hectares. A área continua em disputa.
5 ANOS
Há cinco anos, o Greenpeace expôs a extração ilegal de madeira dentro de assentamentos no Pará no relatório “Assentamentos de papel, madeira de lei”. Porém, até hoje o problema permanece. “É um absurdo que as motosserras ainda operem sem controle na Amazônia. O Ibama deveria fiscalizar e punir, mas está desaparelhado para cumprir sua missão. E o Incra, em vez de defender os assentados, parece jogar o jogo dos madeireiros”, diz Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.
- “A falta de governança na região é tão gritante que beira o inacreditável”, diz Adario. “Porém essa é a realidade do Brasil: as madeireiras desmontam e vendem a floresta amazônica aos pedaços, enquanto o governo Dilma brinca de faz-de-conta que fiscaliza. E celebra a queda do desmatamento enquanto fecha acordos no Congresso para mudar o Código Florestal.” O código, que deve ser votado em abril, vai anistiar crimes ambientais e provocar mais desmatamento. “Os brasileiros precisam reagir, antes que a maior floresta tropical do mundo seja destruída.”
Há uma semana, o Greenpeace lançou uma campanha por um projeto de lei de iniciativa popular pelo desmatamento zero, a bordo do navio Rainbow Warrior, que fica no Brasil até julho. Os brasileiros estão convidados a assinarem o projeto e mandarem um recado claro para a presidente Dilma: as florestas do país precisam ser preservadas. Para participar, basta entrar no site www.ligadasflorestas.org.br.




Greenpeace tira foto de madeiras ilegalmente cortadas de assentamento do Incra/PA (Divulgação/Greenpeace)



Carrinho de brinquedo é movido a energia solar





Estrela lança o carro movido a energia solar, o Supremus Solar CarO Supremus Solar Car será lançado em agosto de 2012 pela Estrela. O carrinho não precisa de baterias.
É um brinquedo elétrico que pode ser recarregado no computador através de cabo USB ou com energia solar.
No teto do carrinho há células fotoválticas, parecidas com aquelas dos painéis colocados nos telhados de casas, para absorver a luz do sol e transformá-la em energia.
A novidade será apresentada na Feira Abrin, a Feira Nacional de Brinquedos, que acontece de 9 a 12 de abril no Expo Center Norte.
O Solar Car deverá custar R$ 139,90.
Estrela lança o carro movido a energia solar,
 o Supremus Solar Car

Combate a Pobreza.


Combater pobreza também é 'economia verde', diz cúpula dos Brics

O comunicado final da cúpula dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) joga para a Rio+20, a grande reunião sobre ambiente no Rio de Janeiro, a definição exata do que é "economia verde".
Mas já adianta que o conceito "deve ser entendido numa moldura mais ampla de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza".
Traduzindo: proteger o ambiente não pode, na visão dos Brics, impedir o desenvolvimento, condição indispensável para erradicação da pobreza.
O documento reserva para as "autoridades nacionais" a "flexibilidade e o espaço político para fazer suas próprias escolhas a partir de um amplo menu de opções e para definir seus caminhos rumo ao desenvolvimento sustentável com base no estágio de desenvolvimento do país, as estratégias nacionais, as circunstâncias e as prioridades".
Os Brics, por fim, rejeitam "a introdução de barreiras de qualquer forma ao comércio e ao investimento com base no desenvolvimento da economia verde".
Tradução: países ricos não podem vetar por exemplo a venda de madeira brasileira, a pretexto de que sua obtenção destrói a floresta.
Tudo somado, fica a impressão de que a Rio+20 bem como qualquer outra conferência internacional sobre o ambiente está condicionada, ao menos na visão dos Brics, à aceitação de que não há predominância do respeito ao meio-ambiente sobre o desenvolvimento.

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1068934-combater-pobreza-tambem-e-economia-verde-diz-cupula-dos-brics.shtml



Supermercado norte americano não venderá mais peixe "insustentável"


Uma medida que deveria ser tomada por todos os países.

A rede de supermercados americana Whole Foods anunciou que irá parar de vender peixes e frutos do mar capturados de forma insustentável.
A medida terá início a partir do dia 22 de abril, no Dia da Terra. A gigante dos supermercados orgânicos seguirá uma lista de indicação de espécies ameaçadas criada pelo Blue Ocean Institute (Instituto Oceano Azul), organização do Aquário da Baía de Monterey, na Califórnia.
Na relação, as espécies são classificadas em uma paleta de cores. A cor vermelha indica animais em perigo, sejam envolvidos em capturas acidentais (bycatch, em inglês), que vivam em regiões já exauridas pela sobrepesca ou que apresentam métodos de cultivo prejudiciais para o ambiente.
Alguns dos frutos do mar classificados com essa cor e que não serão mais encontrados nas prateleiras do supermercado serão os polvos, o alabote-do-atlântico e o bacalhau-do-atlântico, este último normalmente capturado por redes de arrasto, uma forma de pesca predatória que pode destruir habitats. Como alternativas, a empresa vai oferecer bacalhau capturado com varas de pescar e alabote-do-pacífico.
"No longo prazo, o que nós realmente estamos tentando fazer é ajudar a reverter os métodos de sobrepesca e captura acidental, para que possamos mover a indústria como um todo para uma grande sustentabilidade", afirma a coordenadora de qualidade de frutos do mar da Whole Foods, Carrie Brownstein.
Os preços no varejo podem tornar-se mais altos em alguns casos, já que alguns fornecedores mais sustentáveis tem rendimentos menores sobre seus produtos.


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http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1071032-supermercado-norte-americano-nao-vendera-mais-peixe-insustentavel.shtml